A era do downsizing – redução de tamanho dos blocos dos motores, sem perda de desempenho – já começou há algum tempo nos países ricos. Mas acreditar que essa moda pegaria nos Estados Unidos, berço da cultura dos “big blocks” (motores grandes), era difícil. Só que está acontecendo. Segundo pesquisa realizada pela consultoria IHS Automotive, os norte-americanos estão comprando cada vez menos carros com motores grandes.
Os poderosos blocos V6 e V8 – este último símbolo da cultura norte-americana – perderam representativo espaço para os de quatro cilindros associados a turbo compressores e outras tecnologias modernas – como injeção direta de combustível e sistema start/stop, que desliga o motor em paradas curtas. De acordo com o estudo da IHS, em 2011 os motores quatro cilindros responderam por quase a metade das vendas.
Para alguns, os 416 cv de potência do Chevrolet Camaro SS não são suficientes. Mas será que o muscle car da GM pode mais? Tudo indica que sim, já que rumores da indústria apontam que a versão ZL1 do clássico americano poderá render mais de 577 cavalos. Tudo isso para enfrentar o ganho de força de seu principal concorrente, o Ford Shelby GT500, que cravou 550 cv com seu motor V8 5.4.
Começou a contagem regressiva para a chegada de elétricos da Renault ao Brasil. Pelo menos é isso que indica o site oficial da Renault exclusivo para carros elétricos.
Batizada de Z.E. (Zero Emission), a linha de carros elétricos da Renault será vendida em 38 países, sendo Brasil e México no continente americano. Na Europa, a linha Z.E. será apresentada simultaneamente nos mercados escolhidos.
No Brasil, no entanto, ainda não temos confirmação se a linha de emissão zero será apresentada ao mesmo tempo em que na Europa e nem se a comercialização começará no mesmo momento.
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) proibiu na última terça-feira (7) o uso de luzes de xenônio nos veículos em todo o país como itens instalado como acessório. A resolução 384 foi publicada no Diário Oficial da União.
Segundo o Código Nacional de Trânsito, o desrespeito à nova lei poderá resultar em multa no valor de R$ 127,69, além do acréscimo de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). De acordo com o Contran, a proibição das lâmpadas foi implantada por uma questão de segurança, já que a potência da luz é muito alta e pode ofuscar a visão dos motoristas. A determinação permite a substituição dos faróis de xenônio em veículos que possuem os modelos em seus projetos originais. Os carros novos fabricados antes da norma também estão liberados. Em 2009, a regra já havia sido colocada em prática, mas foi liberada.
O Contran também proibiu a utilização de adesivos, pinturas, películas ou qualquer outro material nos dispositivos de iluminação de veículos.
Fonte: Autoesporte.com.br